segunda-feira, 7 de outubro de 2013
"Seja humilde sempre! Nunca humilhe ou fale mal de alguém. Você não sabe se algum dia será humilhado e nem se alguém fala mal de você. O veneno que você injeta em alguém hoje poderá voltar algum dia em forma de alimento. Este veneno sim, poderá lhe matar! Acredite, a humildade é uma das melhores maneiras de você ser feliz e, principalmente, de alcançar todos os seus objetivos eternamente!"
By: Larissa Milward
"Sempre quando levantar e ver que mais um dia está se erguendo, agradeça a Deus por ter lhe acordado. Peça a ELE que tire toda energia negativa próxima de você e que muitas coisas boas possam se realizar hoje até o último dia de sua vida. Ao final de mais um dia não se esqueça de outra vez agradecer a Deus por tudo o que ELE fez por você."
By: Larissa Milward
"Não conte para qualquer pessoa o que se passa em sua vida. Pode ser que esta pessoa deseje o seu mal e saia contando sobre sua vida até para quem não tem intimidade com você. Apenas conte o que está passando às pessoas que você confia e, principalmente, com quem você tem mais intimidade."
By: Larissa Milward
"Existe uma grande analogia entre o mar e a chuva: O mar tem seus momentos calmos e seus momentos de ira, assim como a chuva. A única diferença é que o mar é salgado e bipolar, já a chuva é doce e valiosa. Relacione isto à sua vida: tente ser sempre doce como a chuva e nunca seja como o mar, pois além de ser salgado, é muito furioso e, raramente, é calmo."
By: Larissa Milward
domingo, 6 de outubro de 2013
As fases do namoro
A grande maioria das pessoas, quando imaginam
um namoro, consideram como essencial para o êxito desse relacionamento o
constante sentimento de paixão. Tanto para iniciar quanto para
mantê-lo, essa emoção é valorizada demais, como maior referência para
que a pessoa oriente suas futuras decisões em comprometer-se “para
sempre” com o outro ou desligar-se dele.
Embora saibamos que o intuito do namoro é se dispor em conhecer e amar uma pessoa especial para eternizar um compromisso com ela, outros aspectos devem pautar o relacionamento amoroso. Comumente, ouvimos de casais, que resolveram terminar o namoro, os comentários: “O amor acabou!”, “Incompatibilidade de gênios!”, “Não era para ser!”, “Tantas diferenças tornaram impossível continuarmos”.
Assista: Namoro, uma grande aventura de amor
Tudo isso porque, depois de um tempo, as emoções do início diminuem e não enxergamos a chance de, a partir daí, incluir, no relacionamento, as dimensões mais elevadas como a disposição da vontade e da doação ao outro.
Por que as pessoas se veem tão atraídas por alguém, e ao invés de conseguirem cultivar cada vez mais o que de bonito havia em seus corações, terminam por colher decepção? O que faz o amor acabar? O que torna tão pesado lidarmos com as diferenças?
É certo que não existe uma “fórmula do amor” ou uma cartilha de como proceder. Talvez por isso, ficamos tão atrelados e norteados somente pelos sentimentos.
Felizmente, o ser humano tem vocação ao amor e por isso é capacitado para superar, a dois, as dificuldades para realizarem-se. Só que isso não acontece de imediato, mas por uma gradualidade. É processual. Vamos aprendendo a amar a outra pessoa, por isso podemos pensar nessa caminhada em estágios.
A primeira fase é a do “sentimento”. A segunda fase será do “conhecer”. Terceira fase: “decisão”. A quarta fase será a de “unir os corações”. E a última fase é o “noivado”.
Contudo, não basta saber da existência das fases, é preciso aprofundar-se, estudar, conhecer o significado de cada uma delas e analisar-se mediante esses conceitos. Só assim, envolvendo-se e comprometendo-se com aquilo que comporta um namoro virtuoso é que estas etapas indicarão um caminho, um roteiro, de como atingir e superar cada nível. Por estas fases poderemos identificar manias e erros mais comuns em namoros, além de possíveis falhas em seu último relacionamento, principalmente, você se perceberá capaz de ultrapassar barreiras, verá que pelo respeito e amor é possível vencer os desafios de casal e transformá-los em decisão e felicidade.
Embora saibamos que o intuito do namoro é se dispor em conhecer e amar uma pessoa especial para eternizar um compromisso com ela, outros aspectos devem pautar o relacionamento amoroso. Comumente, ouvimos de casais, que resolveram terminar o namoro, os comentários: “O amor acabou!”, “Incompatibilidade de gênios!”, “Não era para ser!”, “Tantas diferenças tornaram impossível continuarmos”.
Assista: Namoro, uma grande aventura de amor
Tudo isso porque, depois de um tempo, as emoções do início diminuem e não enxergamos a chance de, a partir daí, incluir, no relacionamento, as dimensões mais elevadas como a disposição da vontade e da doação ao outro.
Por que as pessoas se veem tão atraídas por alguém, e ao invés de conseguirem cultivar cada vez mais o que de bonito havia em seus corações, terminam por colher decepção? O que faz o amor acabar? O que torna tão pesado lidarmos com as diferenças?
É certo que não existe uma “fórmula do amor” ou uma cartilha de como proceder. Talvez por isso, ficamos tão atrelados e norteados somente pelos sentimentos.
Felizmente, o ser humano tem vocação ao amor e por isso é capacitado para superar, a dois, as dificuldades para realizarem-se. Só que isso não acontece de imediato, mas por uma gradualidade. É processual. Vamos aprendendo a amar a outra pessoa, por isso podemos pensar nessa caminhada em estágios.
A primeira fase é a do “sentimento”. A segunda fase será do “conhecer”. Terceira fase: “decisão”. A quarta fase será a de “unir os corações”. E a última fase é o “noivado”.
Contudo, não basta saber da existência das fases, é preciso aprofundar-se, estudar, conhecer o significado de cada uma delas e analisar-se mediante esses conceitos. Só assim, envolvendo-se e comprometendo-se com aquilo que comporta um namoro virtuoso é que estas etapas indicarão um caminho, um roteiro, de como atingir e superar cada nível. Por estas fases poderemos identificar manias e erros mais comuns em namoros, além de possíveis falhas em seu último relacionamento, principalmente, você se perceberá capaz de ultrapassar barreiras, verá que pelo respeito e amor é possível vencer os desafios de casal e transformá-los em decisão e felicidade.
BEIJOS
É o ato de tocar os seus lábios nos lábios de outra pessoa. Antigamente
o beijo era utilizado de várias formas e com infinitos significados. Na
Idade Média o beijo na boca representava uma espécie de contrato entre o
senhor feudal e o vassalo (significava “dou minha palavra”). Foi apenas
no século XVII que os homens acabaram com o hábito de beijar uma pessoa
do mesmo sexo, sem afeto envolvido. O beijo está presente em todas as
religiões.
Curiosidades:
- Durante o beijo você movimenta 29 músculos, dos quais 17 são da língua.
- Os batimentos cardíacos aceleram, vão de 60 a 150, fazendo uma espécie de exercício pro coração.
- Um beijo caprichado gasta em média 12 calorias.
Tipos de Beijos:
Esquimó – esfrega a ponta do nariz no nariz do seu parceiro (a).

Borboleta – com os cílios.

Francês – é o tradicional beijo de língua.

Selinho – toque dos lábios.
Cinematográfico – é o chamado beijo técnico, não envolve emoção.
Arrepio – é aquele dado na orelha.

Titanic – é aquele que ocorre grande troca de salivas.
Conde Drácula – é aquele que se estende até o pescoço.

Amigos – é o de selinho, em que os amigos encostam os lábios delicadamente e de forma carinhosa, fazendo bico e durando alguns segundos.

Perigo:
Se você é daquele tipo de pessoa adepta do tal “ficar” (agarra uma ou mais pessoas em um só dia), corre o risco de adquirir certas doenças, entre elas a mais conhecida é a gengivite. Então, tome cuidado e escolha bem a boca antes de beijar.
Curiosidades:
- Durante o beijo você movimenta 29 músculos, dos quais 17 são da língua.
- Os batimentos cardíacos aceleram, vão de 60 a 150, fazendo uma espécie de exercício pro coração.
- Um beijo caprichado gasta em média 12 calorias.
Tipos de Beijos:
Esquimó – esfrega a ponta do nariz no nariz do seu parceiro (a).

Borboleta – com os cílios.

Francês – é o tradicional beijo de língua.

Selinho – toque dos lábios.
Cinematográfico – é o chamado beijo técnico, não envolve emoção.
Arrepio – é aquele dado na orelha.

Titanic – é aquele que ocorre grande troca de salivas.
Conde Drácula – é aquele que se estende até o pescoço.

Amigos – é o de selinho, em que os amigos encostam os lábios delicadamente e de forma carinhosa, fazendo bico e durando alguns segundos.

Perigo:
Se você é daquele tipo de pessoa adepta do tal “ficar” (agarra uma ou mais pessoas em um só dia), corre o risco de adquirir certas doenças, entre elas a mais conhecida é a gengivite. Então, tome cuidado e escolha bem a boca antes de beijar.
ADOLESCÊNCIA: PERÍODO DE TRANSFORMAÇÕES
A adolescência é o período da vida em que ocorrem as transformações mais aparentes no corpo, em razão das alterações hormonais.
Inicia-se por volta dos dez ou onze anos de idade, tendo as meninas o acontecimento da primeira menstruação ou menarca, o aumento dos pelos vaginais e o crescimento dos seios.
Nos meninos acontece a alteração da tonalidade da voz, o aumento dos pelos pubianos e o crescimento do pênis, que passa a ter ereção e ejaculação.
Segundo D’Andrea, a adolescência é dividida em três fases:
- a pré-puberdade, quando o desenvolvimento físico se acelera e busca maior proximidade com os adultos. O lado emocional é muito confuso, com oscilações de sentimentos como ódio e amor, na busca de identificar-se;
- a puberdade, que se inicia por volta dos treze anos, é marcada pela maturidade dos órgãos reprodutores;
- e a pós-puberdade, entre os quinze e vinte anos, fase em que deve demonstrar responsabilidade diante das cobranças do meio social, como a escolha profissional, estruturar as relações com o sexo oposto e a formação da identidade, necessitando cada vez menos da ajuda intelectual dos adultos.

Busca da liberdade de expressão e de sentimentos
Normalmente os adolescentes buscam grupos de amigos que tenham os
mesmos interesses, os mesmos gostos e desejos, a fim de uma
identificação menos conflitante e mais amigável.
Nessa etapa da vida é comum tentar se afastar da família, pois essa já não lhes satisfaz em relação aos interesses sociais.
Os pais, não aceitando a busca da liberdade, muitas vezes tomam atitudes autoritárias, que os afastam ainda mais do grupo familiar. Outra atitude errada, normalmente tomada pelas mães, é o fato de não aceitar o crescimento do filho, achando que ainda é criança e tratando-o como tal. Essa atitude também o leva a afastar-se, pois nessa idade já não quer mais ser considerado criança.
Numa fase de tantas transformações, é importante que haja amizade e muito diálogo no convívio familiar e que os pais tentem amenizar os conflitos vividos, sendo mais flexíveis e compreensivos.
Inicia-se por volta dos dez ou onze anos de idade, tendo as meninas o acontecimento da primeira menstruação ou menarca, o aumento dos pelos vaginais e o crescimento dos seios.
Nos meninos acontece a alteração da tonalidade da voz, o aumento dos pelos pubianos e o crescimento do pênis, que passa a ter ereção e ejaculação.
Segundo D’Andrea, a adolescência é dividida em três fases:
- a pré-puberdade, quando o desenvolvimento físico se acelera e busca maior proximidade com os adultos. O lado emocional é muito confuso, com oscilações de sentimentos como ódio e amor, na busca de identificar-se;
- a puberdade, que se inicia por volta dos treze anos, é marcada pela maturidade dos órgãos reprodutores;
- e a pós-puberdade, entre os quinze e vinte anos, fase em que deve demonstrar responsabilidade diante das cobranças do meio social, como a escolha profissional, estruturar as relações com o sexo oposto e a formação da identidade, necessitando cada vez menos da ajuda intelectual dos adultos.

Busca da liberdade de expressão e de sentimentos
Nessa etapa da vida é comum tentar se afastar da família, pois essa já não lhes satisfaz em relação aos interesses sociais.
Os pais, não aceitando a busca da liberdade, muitas vezes tomam atitudes autoritárias, que os afastam ainda mais do grupo familiar. Outra atitude errada, normalmente tomada pelas mães, é o fato de não aceitar o crescimento do filho, achando que ainda é criança e tratando-o como tal. Essa atitude também o leva a afastar-se, pois nessa idade já não quer mais ser considerado criança.
Numa fase de tantas transformações, é importante que haja amizade e muito diálogo no convívio familiar e que os pais tentem amenizar os conflitos vividos, sendo mais flexíveis e compreensivos.
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